E então. Quanto tempo faz? Já nem me lembro mais! Aquele dia fiz questão de apagar de minha memória. Não por ter sido um dia ruim, mas por não ter acrescentado nada em minha vida.
Mas me lembro do dia em que eu acordei me sentindo liberta de todo o mal que me fez. Pois já não doia mais! Isso sim contribuiu em boa parte de mim. Aprendi que não escolhemos tropeçar quando decidimos seguir um caminho, mas que as quedas são inevitáveis. E sim, permanecer caído tocando as impuresas são escolhas nossas!
Eu decidi me levantar. E foi tão maravilhoso ver o dia nascer sem ter apenas um só motívo para me entristecer. Gozei à liberdade, abri meus braços e pulei rumo as ondas claras e geladas no mar. Meu peito quase que sufocado respirou. E respirou! Voltando a vida.
E então. Quanto tempo faz? Já nem preciso contar. Estou vivendo um dia de cada vez, e você foi simplesmente a ponte que precisei atrevessar para entender o quanto podemos ser felizes estando feliz com quem somos! E para mim, isso basta.
Moa Loppez
23/05/2011
26/05/2011
22/05/2011
O amor e outros desastres
Me desculpe se não sei falar de amor! Para você isso é o mais importante, mas talvez não seja para mim. O mais importante para mim é saber que a pessoa que amo está bem, ou ao menos desconfiar disso.
O que é mais fácil, amar ou falar de amor? Para mim nenhum dos dois! Por isso estou aqui dando voltas e mais voltas para dizer o que penso sobre! Mas de uma coisa eu sei. Amo. E não amo porque acho certo ou bonito, ou mesmo para receber em troca esse amor. Amo porque não sei como viver sem esse sentimento. Porque por amor perdi tudo o que tinha, mas foi o amor quem me deu tudo de volta. Sim, o amor tem esse dom de tirar e devolver, doar e receber. E por mais que tudo isso pareça um enorme desastre, não saberia acordar e não ter em meu coração um motivo maior para reconstruir...
Acho que posso generalizar quando digo que não saberiamos o significado de valor se não tivessemos em algum momento de nossas vidas perdido algo com que nós nos importássemos de verdade.
Então, vou continuar amando, pois o amor transforma até o mais profundo caos em um lugar sereno, e se podemos fazer isso porque não o fazer? E com os desastres que certamente virão, me preocuparei somente quando a casa cair.
Moa Loppez
21/05/2011
O que é mais fácil, amar ou falar de amor? Para mim nenhum dos dois! Por isso estou aqui dando voltas e mais voltas para dizer o que penso sobre! Mas de uma coisa eu sei. Amo. E não amo porque acho certo ou bonito, ou mesmo para receber em troca esse amor. Amo porque não sei como viver sem esse sentimento. Porque por amor perdi tudo o que tinha, mas foi o amor quem me deu tudo de volta. Sim, o amor tem esse dom de tirar e devolver, doar e receber. E por mais que tudo isso pareça um enorme desastre, não saberia acordar e não ter em meu coração um motivo maior para reconstruir...
Acho que posso generalizar quando digo que não saberiamos o significado de valor se não tivessemos em algum momento de nossas vidas perdido algo com que nós nos importássemos de verdade.
Então, vou continuar amando, pois o amor transforma até o mais profundo caos em um lugar sereno, e se podemos fazer isso porque não o fazer? E com os desastres que certamente virão, me preocuparei somente quando a casa cair.
Moa Loppez
21/05/2011
21/05/2011
Apenas lembranças
Despertei de um sonho lindo. Nele pássaros cantavam seguindo o rítimo da minha melodia! Não saberei ao certo explicar tal acontecimento. Pois minhas melodias eram tocadas apenas em pensamentos.
Ao acordar, dei- me conta de que não estava só! Hávia uma andorinha tão pequenina que dava dó. Ela não se assuntou com meus movimentos, embora eu mesma tenha me perdido. Ergui minhas mãos com tanto medo, e ela à pousou sorrindo. Tão magrinha e delicada, que nem sei o que pensar. São lembranças de uma estrada que não pude caminhar. Mas contudo não me canso, e nem haveria de cansar, pois aquele momento transformou meu mundo, em um lugar melhor para se morar.
Moa Loppez
20/05/2011
Ao acordar, dei- me conta de que não estava só! Hávia uma andorinha tão pequenina que dava dó. Ela não se assuntou com meus movimentos, embora eu mesma tenha me perdido. Ergui minhas mãos com tanto medo, e ela à pousou sorrindo. Tão magrinha e delicada, que nem sei o que pensar. São lembranças de uma estrada que não pude caminhar. Mas contudo não me canso, e nem haveria de cansar, pois aquele momento transformou meu mundo, em um lugar melhor para se morar.
Moa Loppez
20/05/2011
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